O Ensino / Física Moral

“Para que ser bom? Que coisa é isso?
Que ganho com ser bom?
São melhores os bons que os maus?
Serei mais feliz se sou bom?
Asseguro responsavelmente a todos os meus  leitores que se cumprem com as normas morais desta obra não somente serão mais felizes senão, também, realmente terão êxito na vida.
Estou a falar de uma classe de ÊXITO com maiúsculas que supera em muito as expectativas comuns das pessoas.
Me refiro ao  triunfo que realmente importa, que é cumprir na vida com os desígnios para os quais fomos criados. Triunfar no caminho da evolução, o que inclui também o êxito em nossos assuntos quotidianos”.

Do livro “Moral para o Século XXI” de Darío Salas Sommer.


Conceitos

Sejamos sinceros com nós próprios e com a nossa sociedade. Não é verdade que a ideia de “o moral”, no nosso tempo, soa como algo antigo, mesmo passado de moda?

Não é verdade que a ideia de “o moral” é, na actualidade como ver uma foto muito antiga em cores sépia? Que foi bonita e esteve vigente no seu momento, mas agora no fundo, o percebemos como algo sem um lugar concreto no nosso mundo?

Ou, como pode ser que o conceito de “o moral”, que devia de ser a mais alta referência do nosso planeta  e da nossa civilização, resulta que é distinto para distintos países ou culturas?

Como é possível que algo que pôde ser imoral até há 100 anos, agora não o é?

Esta é a moral da qual comummente se fala, é a moral cultural, ou a moral do homem, cujos parâmetros mudam com o tempo, ou com as conveniências políticas ou económicas.

Mais além desta moral temporal está a Física Moral. Isto é, a moral profunda não baseada em princípios religiosos, culturais, comerciais, históricos ou temporais, senão na moralidade mais profunda, a moral da natureza, leis eternas tão antigas como a vida em si mesma, demonstráveis  através da ciência e da física.

A Fisica Moral não constitui um conjunto de recomendações ou ideias; está baseada em certos modos de retroalimentação de energias subtis, pouco conhecidas entre o homem e a Natureza.

Estas forças, ainda que etéreas, são absolutamente materiais e físicas, e não energias atribuíveis a fenómenos supranaturais.

Referimo-nos, simplesmente, a pulsos de irradiação fotónica gerados pelas acções, pensamentos e sentimentos das pessoas, que abandonam os seus corpos físicos internando-se no Universo a uma velocidade equivalente, pelo menos à da luz.

Este mecanismo físico da moral se refere à condição especialmente femenina da Natureza, que, como um útero cósmico, concebe os pulsos de fotões emanados das pessoas, que levam a informação vibratória das suas particulares paixões, para devolvê-lhes equivalentemente ao que delas há saído.

Cada indivíduo está conectado, por fios invisíveis, à totalidade do Universo e o que deposita vibratoriamente na criação lhe é devolvido aumentado, tanto se é positivo como negativo. A moral não é mais que uma relação de causa e efeito do eterno devir vibratório e energético entre o sujeito e o Cosmos.

Nunca ninguém havia imaginado que a moral pode constituir uma poderosa ferramenta para ser bem sucedido na vida, e isto porque aquele que actua de acordo a uma moral superior entra em harmonia com a Natureza.

Ao precatar-se de que o êxito e a felicidade dependem em grande medida da conduta moral impecável concede uma grande força interior para actuar de acordo com uma ética superior.

Cada homem ou mulher que actue de acordo com as pautas da Física Moral experimentará os benefícios da harmonia interna que produz um coração sem ira, inveja nem ressentimento, e a renovada felicidade de viver em perfeita concordância
com a Natureza.

Que podemos compreender praticando a Física Moral
Livro "Moral para el Século XXI"
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